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Sobre Johny Ho

I call myself a human paradox. When you're raised by traditional eastern beliefs in an an mixed up western enviroment. The result is far from common. Born in Taiwan, and Raised in Brazil. I'm never too far from my roots, but I don't have to take a lot of effort to find a huge part of my soul that's very brasileiro...

Miguel Nicolelis: “As crianças precisam ter acesso à educação científica, à iniciação científica”.

Confiram a seguinte entrevista com um dos ícones da ciência brasileira, Miguel Nicolelis.

Esta entrevista foi publicada no jornal O Estado de São Paulo no dia 08/01/2011 e é uma válida reflexão sobre o futuro da ciência no Brasil:

Miguel Nicolelis: “Hoje, nós precisamos de cientista que joga futebol na praia de Boa Viagem. Precisamos do moleque que está na escola pública. As crianças precisam ter acesso à educação científica, à iniciação científica”.

Fonte:  Estado de São Paulo.

‘Integração entre cérebro e máquinas vai influenciar evolução’

Para Nicolelis, corpo não vai mais limitar ação da mente sobre o mundo. Pesquisador também comenta os desafios impostos à ciência no País pela burocracia e desorganização

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Idéias simples, soluções criativas.

A Volkswagen criou uma iniciativa bastante criativa para solucionar ou propor alternativa para coisas de nosso dia dia.

Eles batizaram esta iniciativa de “The Fun Theory”, trauduzindo “A Teoria Divertida”. O que vem a ser esta teoria?

O site desta iniciativa (http://www.thefuntheory.com) propõe que coisas simples e divertidas são as soluções mais práticas para mudar o comportamento das pessoas para algo positivo.

As primeiras ações propostas por esta iniciativa podem ser conferidas nos vídeos abaixo:

1) A Cesta de Lixo mais fundo do mundo.

Jogar o lixo dentro da cesta de lixo, ao invés de larga-lo no chão não deve realmente ser tão difícil. Muitas pessoas ainda não conseguem fazê-lo. Mas e se jogar o lixo no cesto fosse algo divertido, veja os resultados:

2) Escadaria em Piano

“Use as escadas em vez do elevador ou das escadas rolantes, para se sentir melhor” é algo que muitas vezes ouvimos ou lemos nos jornais. Poucas pessoas seguem este conselho. Mas e se tornarmos a ação de subir ou descer as escadas uma atividade divertida, veja os resultados:

3) Reciclagem de garrafas: o jogo.

Como aumentar a quantidade de pessoas que reciclam as garrafas? A resposta é tornar a reciclagem uma atividade divertida, veja os resultados:

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Empreendedores podem mudar o mundo.

O seguinte vídeo vem como uma recomendação de um velho amigo da FEBRACE, Rafael Barbolo.

Apesar do conteúdo ser um pouco centrada na atual crise econômica dos EUA e ter trechos voltados para eles,  a mensagem é universal e reflete no espírito da FEBRACE. Vale a pena conferir.

Pra quem não entende inglês, você acompanha logo abaixo a tradução dos textos deste vídeo.

Empreendedores pode mudar o mundo.
Você se lembra de quando era criança,
E você pensava que seria capaz de fazer qualquer coisa.
Você ainda pode.
Pois muito do que consideramos como impossível,
É fácil de se superar.
Pois, caso você não tenha percebido, nós vivemos em um lugar onde,
Uma pessoa pode fazer a diferença.

Quer uma prova?
Basta ver nas pessoas que construíram o nosso país.
Nossos pais, avós, tias, tios…
Eles eram imigrantes, novatos, prontos para deixar a sua marca.
Talvez tenham vindo com pouco.
Ou não possuíam nada além de uma única idéia brilhante.
Estas pessoas além de pensadores, eram realizadores:
Inovadores.
Até que criaram a denominação:
EMPREENDEDORES.

Eles mudam a forma como pensamos sobre o que é possível.
Eles tem uma visão clara de como a vida pode ser melhor,
para todos nós, mesmo em meio a tempos difíciceis.
Neste momento é difícil de ver, quando nossa visão está obscurecida por obstáculos.
Mas turbulências, criam oportunidade para sucesso, conquistas.
E nos compele, a descobrir novas formas de fazer coisas.

Então, quais serão as oportunidades que você seguirá a seguir e porque?
Se você for um empreendedor.
Você sabe que o risco não é a recompensa.
Não. As recompensas são:
Comandar a inovação;
Mudar a vida das pessoas;
Criando empregosl;
Abastacendo o crescimento;
E Criando um mundo melhor.

Empreendedores estão em todo o lugar.
Eles comandam pequenas empresas que sustentam a nossa economia,
Criam ferramentas para te ajudar a ficar conectado com amigos, familiares, colegas por todo o mundo.
Eles estão encontrando novas formas para ajudar a resolver os problemas mais antigos da sociedade.

Você conhece um empreendedor?
Empreendedores podem ser qualquer um, até mesmo:
VOCÊ!
Então, apodere-se da oportunidade de criar o trabalho que você sempre quis.
Ajude a curar a economia.
Faça a diferença.
Leve os seus negócios para novas alturas.

Mas, o mais importante:
Lembre-se de quando você era criança.
Quando tudo estava ao seu alcance.
E diga sileciosamente para si mesmo, mas com determinação:
Que ainda está!

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UNESCO: O que é Educação para o Desenvolvimento Sustentável ?

O editorial reproduzido a seguir foi publicado no número 4 do informativo eletrônico Correio da UNESCO.

Clique aqui para conferir a edição completa com artigos voltados para o tema educação para o Desenvolvimento Sustentável no mundo.

Este editorial foi escrito por Nicholas Burnett, Diretor-Geral Adjunto da UNESCO para a Educação.

O que é Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS)?
É uma educação destinada a preparar o futuro. Ela pretende nos tornar capazes de enfrentar os principais desafios da atualidade: a proteção do meio ambiente, o respeito pela biodiversidade e a defesa dos direitos humanos.
Há pouco mais de 20 anos, a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento lançava um apelo para que fosse adotado um “modo de desenvolvimento suscetível de responder às necessidades do presente sem comprometer a capacidade de resposta das gerações futuras diante de seus próprios problemas”. Assim, encontrava-se resumida a essência do desenvolvimento sustentável: uma visão de longo prazo que nos incentiva a assumir nossas responsabilidades no presente e, ao mesmo tempo, no futuro.Esta tomada de consciência levou uma boa parte dos Estados-membros a adotar, em 2000, os oito Objetivos do Milênio para o Desenvolvimento que visam a erradicar a pobreza extrema e a fome, a melhorar a saúde da mãe e da criança, a combater o HIV e a Aids, a concretizar o ensino primário para todos, a promover a igualdade entre os sexos e a garantir um meio ambiente sustentável. Ora, estamos convencidos de que, sem o apoio da educação, nenhum desses objetivos será alcançado; por isso, em 2005, procedeu-se ao lançamento da Década das Nações Unidas para a Educação em favor do Desenvolvimento Sustentável (DEDS).

Efetivamente, a EDS reorienta o aprendizado em vários níveis: em primeiro lugar, exige uma abordagem interdisciplinar, integrando as dimensões social, ambiental, econômica e cultural do desenvolvimento, assim como levando-nos a tomar consciência de nossa interdependência em relação às outras pessoas, ao mundo circundante e à natureza. Deste modo, ela pretende nos tornar capazes de enfrentar desafios da atualidade tais como proteção do meio ambiente, respeito pela biodiversidade e defesa dos direitos humanos. Ela facilita, também, o desenvolvimento tanto do pensamento crítico quanto da capacidade de decisão e de resolução de problemas, ao mesmo tempo que incentiva o diálogo, o trabalho em equipe e o espírito de iniciativa. Por último – e este é, sem dúvida, o aspecto mais importante –, ela faz sobressair as noções de paz, igualdade e respeito pelos outros, assim como pelos ambientes natural e social. Em outras palavras, ela visa a nos dar autonomia com a oferta de conhecimentos, competências e valores que façam de nós verdadeiros agentes da mudança.

A Conferência Mundial da UNESCO sobre a Educação em favor do Desenvolvimento Sustentável, realizada em Bonn (Alemanha), de 31 de março a 2 de abril, mostrou que numerosos países já implementaram quadros estratégicos inovadores em favor da EDS. A Década incentivou os países a repensar os objetivos da educação, os conteúdos dos programas escolares e as práticas pedagógicas em complementaridade com os esforços despendidos para realizar o Educação para Todos (EPT).

A Década tem engendrado uma série de iniciativas e de projetos que colocam em prática o EDS tanto no âmbito escolar quanto no extra-escolar. Apesar disso, os progressos permanecem desiguais e devemos perseverar na sensibilização do público em geral. Hoje, devemos juntar nossas energias para que a EDS seja estabelecida como linha diretriz que permita melhorar a pertinência e a qualidade da educação graças ao compromisso de dirigentes políticos, de estabelecimentos de formação dos docentes, de universidades e de outros importantes parceiros. Devemos, igualmente, tirar proveito de todas as oportunidades para insistir sobre a centralidade da EDS.

A educação deverá fornecer respostas para a crise atual

A crise financeira e econômica nos induz a aplicá-la sem mais tardar. Não conseguiremos reduzir a pobreza e construir sociedades mais equitativas, duradouras e focalizadas na paz se não dotarmos os indivíduos, em todas as épocas da vida, com conhecimentos, competências e valores que lhes permitam informar-se e tomar decisões de maneira responsável. Uma educação de qualidade que facilite a tomada de consciência, a abertura, a solidariedade e a responsabilidade deve fazer parte de qualquer resposta à atual crise mundial.

Como é demonstrado por esta edição do Correio, a mobilização de alunos, professores, escolas e comunidades para enfrentar os desafios sociais e ambientais constitui o primeiro passo para superá-los. Mas, acima de tudo, é necessário que os dirigentes e os tomadores de decisão estabeleçam as condições indispensáveis a fim de que a educação se oriente para a construção de uma maior equidade entre as sociedades.

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Confiram o vídeo resumo da FEBRACE 2009.

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Um portal sobre mudanças climáticas.

A Agência de Notícia dos Direitos da Infância (Andi) em conjunto com a Embaixada do Reino Unido no Brasil e o Conselho Britânico estão lançando o portal de Mudanças Climáticas.

http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br

O port reúne tópicos como “Conceitos e definições”, “A agenda do clima”, “Busca de alternativas”, “Ciência do clima”, “Causas, impactos, soluções”, “Críticas e contrapontos”, “Políticas públicas” e “Clima e imprensa”.

A iniciativa pretende oferecer material exclusivamente focado no tema, sempre atualizado e em português. Segundo os organizadores, o objetivo é enriquecer e facilitar a cobertura do tema pela imprensa, além de divulgar pesquisas e trabalhos tanto acadêmicos quanto de outros níveis de ensino.

Fonte: Agencia FAPESP

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Energia das Ondas: Um potencial ainda pouco explorado.

Explorar formas alternativas de energia de forma eficiente é um dos grandes desafios dos dias atuais.

Confiram o seguinte artgo sobre esta solução ainda pouco explorada no Brasil.  Cliquem no link para lerem a matéria completa.

O potencial das ondas brasileiras

Projetos pilotos já são planejados para o Ceará e Santa Catarina, estado com maior capacidade do país.

Com mais de sete mil quilômetros de costa marítima, o Brasil ainda investe timidamente no desenvolvimento de usinas de ondas, uma fonte energética com potencial para a produção de 20 gigawatts entre 2010 e 2020, 40% a mais do que a maior usina hidrelétrica do mundo – Itaipu.

Professor de estruturas oceânicas e tecnologia submarina do Programa de Engenharia Oceânica da COPPE/UFRJ, Segen Farid Estefen, diz que o país pode ter uma tecnologia própria, com a participação de empresas brasileiras, se apostar na inclusão desta fonte na matriz energética.

Existem dois tipos de energia relevantes e em grande escala que podem ser aproveitadas no mar. Uma delas é a das marés, que acontece duas vezes ao dia, mais ou menos a cada 12 horas. A outra é das ondas, que quando quebra na beira da praia, dissipa toda a energia transportada do alto mar. Por isso, o seu aproveitamento deve ser feito em profundidades de 15 a 20 metros.

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